Porque é que Hitler não era vegetariano

Por Rynn Berry (Historiador e autor de livros sobre vegetarianismo)

Um dos comentários usualmente direccionados para aqueles como eu, que escrevem sobre vegetarianos famosos do passado – e como muitos deles eram modelos de virtude que praticavam a não-violência e a compaixão – é o seguinte: “Mas o Hitler não era vegetariano?”. Um destes exemplos começou em 1991, quando eu escrevi para o The New York Times a comentar o vegetarianismo de Isaac Bashevis Singer e como esta característica importante na vida de Singer tinha sido omitida no seu recente obituário. Eu tinha entrevistado Singer para o meu livro Vegetarianos Famosos e as Suas Receitas Favoritas e ele tinha mostrado com veemência a sua posição relativamente à questão do respeito pelos animais.

Duas semanas mais tarde, sobre a manchete: “O Caminho Vegetariano para a Paz Mundial”, o jornal Times publicou uma resposta à minha carta da autoria da prestigiada autora e ensaísta Nova Iorquina, Janet Malcolm. Vale a pena citá-la integralmente:

“A agradável carta de Rynn Berry sobre o vegetarianismo de Isaac Bashevis Singer lembrou-me do comentário que o Sr. Singer fez durante um almoço a uma senhora que notou e aprovou o facto de ele se ter recusado a comer o prato de carne, e que disse que a sua saúde também melhorou quando ela deixou de comer carne. “Faço-o pela saúde das galinhas”, disse o Sr. Singer.

A crença do Sr. Singer, citado pelo Sr. Berry, de “que tudo que se relacionada com o vegetarianismo é de extrema importância, porque nunca existirá paz no mundo enquanto continuarmos a comer animais”, talvez tenha confundido alguns leitores. O que comer ou não comer animais tem a ver com a paz mundial?

“Milan Kundera dá-nos a resposta na página 309 [ed. portuguesa: Publicações Dom Quixote, 1994] do livro A Insustentável Leveza do Ser:“A verdadeira bondade do homem só pode manifestar-se em toda a sua pureza e em toda a sua liberdade com aqueles que não representam força nenhuma. O verdadeiro teste moral da humanidade (o teste mais radical, aquele que por se situar a um nível tão profundo nos escapa ao olhar) são as suas relações com quem se encontra à sua mercê: isto é, com os animais. E foi aí que se deu o maior fracasso do homem, o desaire fundamental que está na origem de todos os outros.” 

A resposta da Janet Malcom à minha carta levou a uma resposta de outro leitor do jornal Times. Sobre a manchete “e quanto ao Hitler?” o leitor criticou severamente a Sra. Malcolm por ter insinuado que a aceitação universal do vegetarianismo irá trazer a paz mundial porque, “o Adolf Hitler foi vegetariano durante toda a sua vida e escreveu extensivamente sobre isso.”

Para mim esta resposta foi extremamente previsível; pois ainda me falta dar uma palestra sobre vegetarianismo onde a pergunta de mau gosto sobre o vegetarianismo do Hitler não seja levantada. Invariavelmente, em qualquer sessão de autógrafos em livrarias, em qualquer palestra, ou em qualquer chamada telefónica para um talk-show, pelo menos uma pessoa já me perguntou meio a troçar: “O Hitler está no seu livro?” ou “Porque não meteu o Hitler no seu livro?”.

Depois da última carta de Setembro, 1991, o New York Times publicou duas respostas a esta questão. Com o título, “Não metam o Hitler entre os vegetarianos”, o correspondente (Richard Schwartz, autor do livro Judaísmo e Vegetarianismo) mencionou que Hitler ocasionalmente fazia comezainas vegetarianas para se curar de uma acentuada transpiração e flatulência, mas que a sua dieta principal era à base de carne. Richard Schwartz também citou Rober Pane, Alber Speer e outros bem conhecidos biógrafos de Hitler, que mencionaram a predilecção de Hitler por alimentos não vegetarianos como salsichas da Baviera, fiambre, fígado e caça. Para além do mais, foi argumentado, que se Hitler tivesse sido vegetariano ele não teria banido organizações vegetarianas na Alemanha e nos países ocupados; nem teria falhado em recomendar uma dieta livre de carne aos Alemães como um modo de enfrenta a escassez alimentar na Alemanha durante a Segunda Guerra Mundial.

Sob o título, “Ele amava o seu pombo recheado”, outro correspondente citou uma passagem de um livro de receitas que foi escrito por uma chef Europeia, Dione Lucas, que foi testemunha ocular do consumo de carne de Hitler. No seu livro de receitas Gourmet Cooking School Cookbook [Livro de Receitas da Escola Gourmet] (1964), Lucas, baseando-se nas suas experiências como chef de um hotel em Hamburgo durante os anos 30, recordou-se de ser requisitada várias vezes para preparar o prato preferido de Hitler, que não era um prato vegetariano. “Eu não quero estragar o vosso apetite por pombo recheado”, escreve ela, “mas talvez você esteja interessado em saber que era uma prato muito apreciado pelo Senhor Hitler, que jantou muitas vezes no hotel. Mas não vamos deixar que isso estrague uma boa receita.”

Nem mesmo o augusto jornal New York Times tem trabalhadores suficientes para verificar todos os factos nas cartas publicadas na secção Cartas ao Editor; por isso decidi procurar as passagens específicas na biografia de Payne sobre Hitler e no Gourmet Cooking School Cookbook de Dione Lucas, que levantaram dúvidas quanto ao vegetarianismo de Hitler. Realmente, Robert Payne, cuja biografia de Hitler, A Vida e Morte de Adolf Hitler, foi considerada definitiva, arrasa com o rumor de que o Hitler possa ter sido vegetariano. De acordo com Payne, o vegetarianismo de Hitler foi uma ficção inventada pelo seu ministro de propaganda Joseph Goebbels para atribuir a Hitler a aura de um revolucionário ascético, um Gandhi Fascista, se preferirem. Vale a pena citar directamente da biografia de Payne (1):

“O ascetismo de Hitler desempenou um papel importante na imagem que ele projectou sobre a Alemanha. De acordo com a lenda largamente aceite, ele não fumava nem bebia, nem comia carne nem tinha qualquer relacionamento com mulheres. Apenas a primeira informação é verdadeira. Ele bebia cerveja e vinho diluído frequentemente, tinha um gosto especial por salsichas da Baviera e manteve uma amante, Eva Braun, que vivia com ele discretamente em Berghof. Houve outros casos discretos com mulheres. O seu ascetismo foi ficção inventada por Goebbels para enfatizar a sua dedicação total, o seu auto-controlo, e a distância que o separava de outros homens. Através deste simulacro de ascentismo para o mundo exterior, Hitler podia proclamar a sua dedicação ao serviço do seu povo.”

“De facto, ele era marcadamente auto-indulgente and não possuía nenhum dos instintos dos ascéticos. O seu cozinheiro, um homem enormemente gordo chamado Willy Kanneneberg, compunha pratos requintados e agia como o bobo da corte. Apesar de Hitler não ter prefrência por carne excepto sobre a forma de salsichas, e nunca comesse peixe, ele apreciava caviar. Hitler era um especialista em doces, frutas cristalizadas e bolos de creme, que consumia em quantidades surpreendentes. Ele bebia chá e café coberto em creme e açúcar. Nenhum outro ditador fora tão guloso.”

Aqui está a prova: Hitler adorava salsichas da Baviera e caviar. Nem mesmo a definição mais flexível de vegetarianismo podia ser extendida
de modo a abranger estas abominações gastronómicas. Contudo, uma vez que os não-vegetarianos costumam ter uma definição de vegetarianismo mais elástica, pensam que as pessoas como Hitler que comem peixe, pombos e salsichas são vegetarianos. Seguindo este critério, até os chacais e as hienas, que comem frutas e vegetais entre as caçadas, poderiam ser classificados como vegetarianos. A Dra. Roberta Kalechosky faz uma associação semelhante no seu ensaio chamado “O vegetarianismo de Hitler: Uma questão de como define vegetarianismo” (2):

“O material biográfico sobre o alegado ou confirmado vegetarianismo de Hitler é contraditório. Ele era descrito por vezes como “vegetariano”, mas o seu gosto por salsichas, caviar, e ocasionalmente fiambre, era conhecido. Por outro lado, tendo por base o tipo de alimentos que ele gostava ou comia, a “carne vermelha” nunca é retratada. O seu alegado vegetarianismo era muitas vezes conjugado com uma descrição de ele ser um indivíduo ascético. Por exemplo, na edição de Domingo do New York Times do dia 14 de Abril de 1996, que celebrava o seu centésimo aniversário, incluiu-se esta descrição antiga da dieta de Hitler, previamente publicada num artigo de 30 de Maio de 1937, “Em casa com o Fuhrer”.

“É sabido que Hitler é vegetariano e não bebe nem fuma. O seu almoço e jantar consistem, portanto, na sua maioria em sopas, ovos, vegetais e água mineral, apesar de ele ocasionalmente saborear uma fatia de fiambre e aliviar o tédio da sua dieta com iguarias como o caviar…”

“A definição de “vegetariano” do New York Times, que incluía comidas como fiambre, é uma definição muito flexível de vegetariano.”

Muito flexível de facto! Mesmo tão antigamente como em 1911, a décima primeira edição da Enciclopédia Britânica (uma das obras de referência mais consultadas a nível mundial) definia vegetarianismo da seguinte forma (3):

“Vegetarianismo, uma palavra comparativamente moderna, que começou a ser usada por volta de 1847, sendo aplicada ao uso de alimentos nos quais o peixe, carne e frango são excluídos” (4). Por isso não existe mesmo desculpa para um editor do New York Times dos anos 30 estar tão mal informado ao ponto de definir Hitler como um vegetariano.

No entanto, biógrafos actuais que deviam estar mais informados, continuaram a apoiar o mito de que Hitler era vegetariano simplesmente porque não fizeram devidamente o trabalho de casa nesta área; por isso os seus livros, apesar de académicos noutros aspectos, apresentam falhas. Mesmo médicos que escreveram biografias sobre Hitler estão mal informados sobre a dieta vegetariana que mencionam com um toque de autoridade pomposa. Para mencionar apenas o exemplo popular mais recente: Fritz Redlich, MD., no seu livro Hitler, Diagnóstico de um profeta destrutivo, afirma “Muitos associados de Hitler, entre os quais Otto Wagener, relataram que Hitler se tinha tornado vegetariano após a morte da sua sobrinha Angela (Geli) Raubal em 1931. Enquanto adolescente e jovem adulto, Hitler certamente comia carne. Ele também comeu carne durante o seu serviço militar durante a Primeira Guerra Mundial e provavelmente antes de ter sido prisioneiro em Landsberg. O vegetarianismo de Hitler era bastante rigoroso. (5) Ele elogiou a comida crua mas não aderiu a uma dieta de alimentos crus, que era uma moda na altura. Ele evitava qualquer tipo de carne, com excepção de um prato da Áustria que ele adorava, Leberknodl (pastéis [duplings] de fígado).” (6) É típico o Dr. Redlich não ter sentido que tinha de explicar como é que o Hitler podia ser um vegetariano rígido e ainda assim permitir satisfazer a sua paixão por pastéis de fígado!

Hitler não se descreveu como “vegetariano” até 1937. Pode ter sido impulsionado por uma resposta emocional à morte da sua sobrinha que estava apaixonada por ele e que poderá ter acabado com a sua própria vida. Este pelo menos foi o pensamento do amigo próximo de Hitler, Frau Hess: “Ele tinha feito alguns comentários antes, e tinha considerado o vegetarianismo mas desta vez, e de acordo com Frau Hess, ele falava a sério. A partir daquele momento, Hitler nunca mais comeu outro pedaço de carne a não ser pastéis de fígado.”(7) Acerca desta passagem, que é citada na biografia de John Toland sobre Hitler, a Dra. Kalechofsky comenta: “Isto é consistente com outras descrições da dieta de Hitler, que sempre incluía alguma forma de carne, fosse fiambre, salsichas ou pastéis de fígado.” (8)

Para além do mais, pela sua fraca saúde física, uma pessoa poderia inferir que Hitler não era um verdadeiro vegetariano. Na sua carta ao Times, Richard Schwartz referiu que Hitler tinha sofrido de transpiração excessiva e flatulência. Para além destas maleitas, ele também sofreu de cáries dentárias, desordens gástricas agudas, endurecimento das artérias (uma doença típica dos comedores de carne), uma maleita do fígado (9), e tinha uma doença cardíaca incurável (esclerose coronária progressiva) (10). Os seus médicos deram-lhe altas doses de medicamentos que incluíam uma solução de 10 por cento de cocaína (11), comprimidos de estricnina (12), e injecções de testículos de touro pulverizados (13). Definitivamente, ele não gozou da saúde robusta que veio a ser associada ao vegetarianismo; pelo contrário, os seus sintomas estão associados a um elevado consumo de produtos animais.

Para além disso, durante o Reich, os vegetarianos foram proibidos de organizar novos grupos ou de fazer publicações. Uma das principais revistas vegetarianas, Vegetarian Warte, suspendeu a sua publicação em Frankfurt em 1933. Um jornal rival, The Vegetarian Press, foi existindo durante os anos Nazistas, mas foi severamente prejudicado: Foi proibido de usar o termo “movimento vegetariano”, e impedido de publicar a data e o local de encontros vegetarianos.

Consequentemente, os vegetarianos, dispostos a correr o risco de prisão ou pior, eram obrigados a encontrarem-se em segredo. Hitler baniu a sociedade Mazdean – que se baseava nos ensinamentos vegetarianos de Zaratustra – segundo parece porque o seu presidente, Dr. Rauth, era Judeu. Mas todas as outras sociedades vegetarianas foram consideradas ilegais e foram obrigadas a se tornarem membros da Sociedade Alemã para a Reforma Viva. Os membros destas antigas sociedades vegetarianas foram sujeitos a buscas domiciliárias; durante estas rusgas a Gestapo até confiscava livros que continham receitas vegetarianas. Enquanto foi chanceler, Hitler não fez nada para promover a causa do vegetarianismo na Alemanha. Com uma penada, ele poderia ter feito do vegetarianismo a lei diatética da Alemanha. Em vez disso, ele fez tudo que podia para impedir o vegetarianismo.

Durante a minha pesquisa na literatura biográfica de Hitler, não pude deixar de reparar o quanto dedicado Hitler era em denunciar os malefícios do tabaco. Ele disse, “Eu não ofereceria um cigarro a alguém que eu admiro pois estaria a fazer-lhe algo errado. É universalmente aceite que os não fumadores vivem mais do que os fumadores e são mais resistentes durante estados doentios.”(14) De facto, ele oferecia um relógio de ouro como recompensa, dentro do seu círculo de pessoas, a quem renegasse ao tabaco. À sua amante, Eva Braun, contudo, ele fez um ultimato: “Pára de fumar ou desiste de mim”.(15) Parece-me que se o Hitler tivesse sido um verdadeiro vegetariano, ele teria falado tão francamente contra o consumo de carne assim como o fez contra o tabaco, mas eu pesquisei em vão por tal diatribe. De certo não havia uma recompensa de relógio de ouro para os que deixassem de comer carne; nem ele fez à
Eva Braun o ultimato “Pára de comer carne ou desiste de mim”.

Finalmente, eu decidi pesquisar a referência ao prato favorito de Hitler no Gourmet Cooking School Cookbook de Dione Lucas. Vale a pena mencionar que Dione Lucas foi uma espécie de percursora da popular chef televisivo “Francesa”, Julia Childe. Uma das primeiras a abrir uma escola de cozinha com sucesso nos EUA, Lucas também foi uma das primeiras chefs a popularizar a Cozinha Francesa na televisão nos anos 50 e 60. Durante os anos 30, antes da sua ida para os EUA, ela trabalhou como chef num hotel em Hamburgo, onde Adolf Hitler era um cliente habitual. Numa das minhas incursões à caça de livros, encontrei uma cópia do seu livro Gourmet Cooking School Cookbook numa loja de livros em segunda mão. Depois de remover o pó e as teias de aranha da capa, eu abri o livro e fui à página 89. Ali, tão clara como o bigode à Chaplin na cara do Fuhrer, estava a receita favorita de Hitler.

“Aprendi esta receita quando trabalhava como chef antes da Segunda Guerra Mundial, num dos maiores hotéis de Hamburgo, na Alemanha. Eu não quero estragar o vosso apetite por pombo recheado mas você talvez esteja interessado em saber que era um prato muito apreciado pelo Senhor Hitler, que jantou muitas vezes no hotel. Mas não vamos deixar que isso estrague uma boa receita.”(16)

Quase tão revelador como o primeiro parágrafo era o que o seguia: “Uma das grandes chatices de comer pombo são as dezenas de ossinhos por cada porção de carne. Quando tiver terminado, o seu prato parece uma casa mortuária, e você está exausto, e há uma ligeira suspeita de que não compensa o trabalho.” Sentado no seu bunker em Berlim, a segurar o revólver Walther 7.65 que acabaria com a sua vida, Hitler deve ter ecoado os sentimentos de Lucas enquanto observava as ruínas do seu Reich – a casa mortuária que era a Europa, e exaustão física e mental; e a impressão de que não tinha compensado tanto trabalho. Está tudo ali – a queda do “Reich de mil anos” num prato de pombo!

Presume-se que Hitler tenha morrido de um disparo auto-infligido; a sua amante, Eva Braun, de uma dose auto-administrada de cianeto de potássio. Quando Hitler consultou o seu médico relativamente ao método mais eficiente de cometer suicídio, o médico recomendou que desse um tiro na sua própria têmpora, e que ao mesmo tempo, trincasse um ampola de cianeto de potássio. É de notar que Hitler, este alegado vegetariano e amante de animais, não hesitou sequer em experimentar primeiro o cianeto no seu cão Blondi.(18)

É irónico que as pessoas se mostrem tão prontas a omitir a verdade sobre a dedicação total pelo bem-estar animal de Isaac Bashevis Singer, e ainda assim estejam dispostas em acreditar num mito sobre o vegetarianismo de Hitler. Também é irónico que a minha carta dirigida ao editor sobre o vegetarianismo de Isaac Bashevi Singer tenha desencadeado uma explosão em cadeia de cartas que culimaram na refutação do mito do vegetarianismo de Hitler. Claro que não existe nenhuma razão convincente pela qual este mito deva envergonhar um movimento que contribui tanto para a “saúde das galinhas”, como Singer uma vez expressou a sua preocupação, para a saúde dos humanos e para a saúde ecológica do planeta. No entanto, não faz mal nenhum deixar finalmente esclarecido que Pitágoras, Leonardo da Vinci, Tolstói, Shaw, Gandhi e Singer foram vegetarianos, mas que o Sr. Hitler – que gostava dos seus pombos assados e recheados – não foi.

Notas

(1)   Robert Payne, The Life and Death of Adolf Hitler (New York: Praeger, 1973), pp. 346-7.
(2)   Roberta Kalechofsky, “Hitler’s Vegetarianism: A Question of How You Define Vegetarianism,” (Ensaio inédito, 1997).
(3)    ibid., p.1.
(4)   “Vegetarianism,” The Encyclopedia Britannica, 1911 ed., 27-28, p. 967.
(5)    Itálicos meus.
(6)   Fritz Redlich, Hitler: Diagnosis of a Destructive Prophet (Oxford: OUP, 1998), pp.77-8.
(7)   John Toland, Adolf Hitler (Garden City: Doubleday, 1976), p. 256.
(8)   Kalechofsky, op. cit., p.2.
(9)   Toland, op cit., p.826.
(10)    ibid., p. 745.
(11)    ibid., p. 821.
(12)     ibid., pp. 824-5.
(13)     ibid.,p. 761.
(14)     ibid., p. 741.
(15)    ibid., p. 741.
(16)     Dione Lucas with Darlene Geis, The Gourmet Cooking School Cookbook (New York: Bernard Geis Associates, 1964), p. 89.
(17)     ibid.,p. 89.
(18)      Redlich, op. cit., p. 216.

Tradução: Ana Borges
Artigo traduzido com a permissão do autor.
Original: http://www.vegsource.com/berry/hitler.html
Foto disponibilizada pela wikipedia com uma licença wikimedia commons

Este artigo é uma versão resumida do livro Hitler: Neither
Vegetarian  Nor Animal Lover
.


1 Comentar
  • Claudia Achutti
    Publicado em 14:05h, 03 Maio Responder

    E qual é o problema se ele fosse vegetariano??? Só por que ele comia carne, ou se ele comesse só vegetais vai mudar o que sou??? Que besteirada!

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