MANUAIS DA ALIMENTAÇÃO VEGETARIANA

 

A Direção-Geral da Saúde portuguesa publicou, entre 2015 e 2016, três manuais dedicados à alimentação vegetariana, no âmbito do Programa Nacional para a Promoção da Alimentação Saudável.

 

Os manuais ou linhas orientadoras são destinados a profissionais de saúde e visam divulgar cuidados base essenciais a ter na adoção de um padrão alimentar vegetariano. Os documentos foram elaborados por uma equipa multidisciplinar onde se incluem pediatras e nutricionistas com experiência na área.

Linhas de Orientação para uma alimentação vegetariana saudável

O primeiro manual de alimentação vegetariana lançado pela DGS em 2015, é dirigido a profissionais de saúde e à população em geral, tendo por base o mais actualizado conhecimento científico disponível.

 

Este manual abre o importante precedente em Portugal, ao reconhecer que:

“(…) as dietas vegetarianas, quando apropriadamente planeadas, incluindo as ovo-lacto-vegetarianas ou veganas, são saudáveis e nutricionalmente adequadas em todas as fases do ciclo de vida, podendo ser úteis na prevenção e tratamento de certas doenças crónicas.”

 

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Alimentação vegetariana em idade escolar

O segundo manual de alimentação vegetariana lançado pela DGS em 2016 é destinado em específico à faixa etária das crianças e jovens, devendo servir de orientação a profissionais de saúde e famílias. Foi concebido tendo por base o melhor conhecimento científico disponível e utilizando produtos vegetais de origem nacional e sazonais.

 

De forma bastante relevante, este manual reconhece que:

“Uma dieta vegetariana, quando planeada adequadamente, pode suprir as necessidades nutricionais de uma criança, permitindo o seu crescimento e desenvolvimento normais”

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Planeamento de Refeições Vegetarianas para Crianças em Restauração Coletiva

 

O terceiro e último manual de alimentação vegetariana lançado pela DGS em 2016, focado em apresentar soluções para a implementação de ementas vegetarianas na restauração colectiva, tendo em conta o preço das mesmas, e aonde se privilegia a presença de vegetais de produção local, que se traduz numa melhoria da qualidade nutricional e ambiental das refeições servidas.

 

É particularmente relevar notar que esta manual chega à conclusão que:

 

“A produção de refeições vegetarianas que recorram a produtos hortícolas locais e regionais não será sinónimo de custos acrescidos nem da necessidade de aquisição de novo equipamento técnico ou a utilização de técnicas culinárias diferentes”.

 

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